Aproveitando o lançamento das lâmpadas LUXRAM e de forma a melhor esclarecer algumas dúvidas comuns relativamente às lâmpadas económicas ou economizadoras, preparamos o seguinte artigo onde dispomos informação desde a construção das lâmpadas em si, assim como esclarecimentos a nível de poupança e manuseamento das lâmpadas.
Os governos Europeus e a indústria da iluminação estão a trabalhar em cooperação na preservação da energia e na redução das emissões de CO2. É possível obter poupanças significativas pela simples mudança para lâmpadas energeticamente eficientes. A indústria da iluminação irá assegurar que estarão disponíveis, a um preço razoável, soluções alternativas de substituição.
É possível continuar a utilizar lâmpadas ineficientes em aplicações comuns: a nova legislação apenas regulamenta a sua comercialização, mas recomendamos fortemente a mudança para soluções energeticamente eficientes que ajudem a reduzir o consumo energético e as reduções de CO2, ao mesmo tempo que, dependendo da voltagem, pode salvar até €100 ao longo do tempo de vida da lâmpada (na maioria dos casos a média de tempo de vida são 8 anos) pela simples substituição, por exemplo, de uma lâmpada incandescente de 100 watts por uma lâmpada economizadora de 20 watts.
Os consumidores que procuram alternativas às lâmpadas convencionais poderão colocar as dúvidas para serem aconselhados, de modo a que possam saber como escolher as soluções energeticamente eficientes disponíveis que mais se adequam às suas necessidades.
As lâmpadas economizadoras fluorescentes compactas são até cinco vezes mais eficientes que uma lâmpada incandescente; por outras palavras, é necessário cinco vezes menos energia para gerar a mesma quantidade de luz. As lâmpadas fluorescentes compactas duram em média 8 vezes mais que uma lâmpada incandescente, por isso a frequência de substituição é muito inferior.
Adicionalmente existe a inovadora gama de lâmpadas de halogéneo economizadoras, em formatos semelhantes às lâmpadas convencionais e especiais (casquilho GU10, por ex.). Têm um índice de poupança energética entre 30 a 50%, proporcionando a mesma qualidade de luz de uma lâmpada incandescente, com um tempo de vida 2-3 superior.
Dependendo da potência da lâmpada, um consumidor pode poupar até €100 ao longo do tempo de vida da mesma (na maioria dos casos, o tempo médio de vida é de 8 anos), substituindo uma lâmpada incandescente de 100W por uma lâmpada economizadora de 20W.
O preço das lâmpadas economizadoras é superior mas é facilmente recuperável através da poupança energética que proporcionam. O preço de compra é mais elevado, porque a processo de produção destas lâmpadas é mais complexo (exemplo disso, é o facto de terem componentes electrónicos no seu interior). Mas ao longo do seu tempo de vida, uma lâmpada economizadora pode poupar até €100.
Os consumidores actuais têm já à disposição uma vasta gama de lâmpadas com diferentes efeitos de luz. As lâmpadas economizadoras oferecem uma qualidade de luz muito semelhante às lâmpadas incandescentes. O Índice de Restituição Cromática (IRC) indica a capacidade da luz reproduzir a realidade das cores na sua forma natural. Uma lâmpada incandescente tem um IRC de 100, tal como as lâmpadas economizadoras de halogéneo. No caso das fluorescentes compactas, o IRC está entre 80-85. A 1ª geração de lâmpadas economizadoras proporcionavam uma luz artificial, dando por exemplo uma luz fria “acinzentada”. A evolução contínua das lâmpadas economizadoras atingiu um ponto em que já igualam praticamente as lâmpadas incandescentes na funcionalidade. Comparativamente a alguns anos atrás, duram mais tempo, são mais eficientes, mais seguras e têm menos custos.
Neste momento o mercado já disponibiliza uma grande variedade de formatos e efeitos de luz. Para cada aplicação doméstica existe uma lâmpada economizadora alternativa, quer seja em formato de fluorescente compacta ou economizadoras de halogéneo. Existem também, algumas soluções LED já disponíveis.
As soluções de iluminação energeticamente eficientes irão ajudá-lo a criar o seu ambiente preferido em casa. Algumas lâmpadas economizadoras são reguláveis. A nova gama de halogéneo economizadora e um número crescente de fluorescentes compactas economizadoras podem ser reguladas pelo uso de um simples reóstato. Além disso, a última geração de economizadoras, com diferentes formatos e tamanhos, podem ser utilizadas em todo o tipo de candeeiros. Isto permite-lhe substituir as lâmpadas sem ter de mudar o candeeiro.
O tempo de vida médio de uma lâmpada fluorescente compacta é pouco afectado pelo efeito ligar / desligar da lâmpada. De acordo com as normas actuais, requerem-se para estas lâmpadas 3.000 ciclos on/off por cada 8.000 horas, que são mais do que suficientes para uma normal utilização doméstica. Em ambientes onde as lâmpadas são ligadas e desligadas frequentemente e estão ligadas menos de uma hora, recomendamos a utilização de uma lâmpada de halogéneo economizadora ou uma CFLi reforçada (como a CFLi de vida longa). Principalmente no WC, onde a luz é desligada ao fim de poucos minutos, é recomendada a utilização de economizadoras de halogéneo.
Não, as lâmpadas CFL não consomem energia extra no acendimento e são imediatamente eficientes. Não há motivo para manter uma lâmpada economizadora ligada por mais tempo que uma lâmpada incandescente.
Todas as fluorescentes compactas comercializadas actualmente utilizam componentes electrónicos para operar a lâmpada. Interruptores electrónicos mais específicos (como sensores de luminosidade ou de movimento), não são compatíveis com os componentes electrónicos da lâmpada, causando danos à mesma. Para garantir o bom funcionamento, aconselhamos a utilização de um relé (interruptor mecânico) ou equipamento com uma resistência de construção adequada para proteger a lâmpada. Por outras palavras: devido à sua complexidade, peça ajuda ao seu instalador / especialista de iluminação.
Actualmente, 14% da electricidade utilizada na Europa diz respeito a iluminação. Ao trocar para soluções energeticamente eficientes poderemos poupar o equivalente a 38 toneladas de CO2, 156 milhões de barris de petróleo e 52 centrais eléctricas.
As lâmpadas fluorescentes compactas contêm componentes electrónicos e uma pequena quantidade de mercúrio. Mas se você seguir o procedimento correcto no tratamento dos resíduos, a sua reciclagem apropriada vai assegurar que o ambiente não é prejudicado.
As lâmpadas contêm uma pequena quantidade de mercúrio de modo a irradiar luz. O mercúrio contido nas lâmpadas não é directamente prejudicial à saúde humana, nem ao meio ambiente. Para além das lâmpadas fluorescentes, as outras tecnologias que permitem economia de energia, como as lâmpadas de halogéneo economizadoras, não utilizam mercúrio. Para conhecer o processo correcto de reciclagem, leia os próximos parágrafos.
Na Europa, todas as lâmpadas CFLi têm de ser eliminadas como resíduos especiais nos termos do código EWC 20 01 21 – fluorescentes tubulares e outros resíduos contendo mercúrio). Além disso, como parte de suas obrigações no quadro da Directiva REEE, o Comité da Indústria da Iluminação, criou uma infra-estrutura de reciclagem à escala europeia, com capacidade de reciclagem de mercúrio, assim como outros metais, vidro, etc. Todas as lâmpadas CFLi disponíveis no mercado contêm o símbolo de reciclagem. Isto significa que elas não devem ser tratadas como resíduos domésticos, mas devem ser levadas de volta para a loja ou local com instalações apropriadas ao tratamento de resíduos.
Uma vez que as lâmpadas fluorescentes economizadoras compactas são feitas de tubos de vidro que podem quebrar se caírem ou forem mal manuseados, deve ter-se cuidado ao remover a lâmpada da sua embalagem, ao instalar ou ao substituir. No caso de se partir a lâmpada, é muito pouco provável que tenha qualquer impacto sobre a saúde. A boa limpeza e ventilação adequada minimizam ainda mais qualquer eventual impacto causado pela quebra. Se uma lâmpada se partir, ventile a sala durante 20-30 minutos, retire os estilhaços – de preferência com luvas – e coloque-os num saco de plástico fechado. Não use um aspirador de pó, para que as partes restantes não fiquem retidas no filtro.
Ao quebrar uma lâmpada fluorescentes compacta é pouco provável que a mesma tenha qualquer impacto sobre a sua saúde. Os efeitos da exposição do corpo humano ao mercúrio proveniente de uma lâmpada partida não são mensuráveis. O impacto só seria relevante se estivesse exposto todos os dias, ao conteúdo de mercúrio de várias lâmpadas fluorescentes compactas partidas. Uma CFLi contém menos de 5mg de mercúrio por lâmpada. Em comparação, um termómetro tem entre 500 e 3000 miligramas de mercúrio, em função da sua dimensão. Seriam necessárias 100 lâmpadas fluorescentes compactas para igualar esse montante.
Essas lampadas são muito fixes, acabei por troca todas as lampadas da minha casa. Penso que fiz optimo negocio.